domingo, dezembro 14, 2008

Combate a Dengue

O Ministério da Saúde escolheu 11 cidades do país, entre elas sete capitais, para servir como laboratório de novas estratégias para atacar a dengue. O objetivo é testar ferramentas para antecipar o diagnóstico e melhorar o combate a doença no verão. As ações com sistema na instalação de armadilhas para capturar o mosquito transmissor e na realização de testes rápidos de sangue, que ficam prontos em 15 dias. A cidade do Rio de Janeiro ficou fora da lista.

Publicado na Revista JB Ecológico – Jornal do Brasil, ano 7 - nº 82 – Nov. 2008

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sexta-feira, setembro 28, 2007

Os Nothobranchius

Saiba um pouco mais sobre estes belos peixes, considerado por muitos como um dos mais exuberantes gênero de killifishes.
Suas características, distribuição geográfica, etc.
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sábado, maio 26, 2007

Lei insustentável

PERIGO

Lei insustentável

Projeto de lei que tramita no Senado, de autoria do senador Jonas Pinheiro (DEM-MT) (foto), prevê mudanças no Código Florestal para excluir áreas de Mato Gros­so, Tocantins e Maranhão da Amazônia Legal. Na prática, a lei permitiria a estas áreas desmatamento acima dos 20% permitidos pela legisla­ção, exatamente sobre o arco de desflorestamento da Amazônia. Para se ter uma idéia, 54% da área de Mato Grosso, hoje na Amazônia Legal, passariam a ser conside­rados do cerrado. O projeto já tem parecer favorável da Comissão de Desenvolvi­mento Regional e Turismo da casa.

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O gênero Aphyosemion

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Saiba um pouco mais a respeito dos Aphyosemion. Um dos maiores grupos de killifishes.
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sexta-feira, março 23, 2007

Ibama assina licença para transposição do São Francisco.

O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Marcus Barros, assinou nesta sexta-feira a licença ambiental para o projeto de transposição do Rio São Francisco, informaram a assessoria de imprensa do Ministério da Integração Nacional e o site do Ibama.

A transposição, que deverá receber investimentos no valor de 4 bilhões de reais, é considerada uma das prioridades do programa social do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O governo esperava iniciar as obras em janeiro deste ano, segundo a Integração Nacional anunciou em dezembro, mas o Ibama ainda não havia concedido a licença ambiental.

O projeto prevê o desenvolvimento sustentável do semi-árido setentrional do Nordeste e da Bacia do São Francisco, tendo como um dos focos a fruticultura na região.

Entre as obras previstas está a construção de canais com 700 quilômetros de extensão, que levarão água do rio para regiões tradicionalmente secas de quatro Estados (Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e Ceará).

Reuters

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quarta-feira, fevereiro 28, 2007

MMA apresenta estudos sobre mudanças climáticas e efeitos sobre a biodiversidade.

Avanço do mar ameaça 42 milhões de pessoas no Brasil.

A elevação no nível dos mares decorrente do aquecimento global poderá deslocar, até o final deste século, até 42 milhões de pessoas que habitam cidades litorâneas no Brasil. Por conta do calor, casos de doenças como febre amarela, malária e dengue devem aumentar. A Amazônia pode esquentar até 8C, com vastas porções de floresta cedendo lugar a uma vegetação semelhante ao cerrado.

Essas são as projeções mais pessimistas dos estudos divulgados ontem pelo Ministério do Meio Ambiente sobre os impactos da mudança climática no país. Oito pesquisas mapearam os efeitos do aumento da temperatura, usando desde dados atualizados do último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudança Climática) até maquetes da baixada Santista para projetar o efeito da elevação do nível do mar.

A ministra Marina Silva (Meio Ambiente) defendeu que o governo federal prepare um plano de ação para adaptar o país à nova realidade climática --irreversível, segundo o próprio governo, mas variável em sua intensidade.

"O processo que se avizinha é avassalador, é altamente preocupante", disse a ministra Marina Silva. "Defendo que o governo tenha um plano nacional, como foi feito para conter o desmatamento na Amazônia."

Segundo o secretário de Biodiversidade e Florestas do ministério, João Paulo Capobianco, o MMA "já tem uma proposta" de um plano de ação contra as mudanças climáticas, que depende de negociação com outros ministérios. Ela poderá ser apresentada "em três ou quatro meses", afirmou.

Um plano contra a mudança climática incluiria tanto ações de adaptação (como mudar o zoneamento em cidades litorâneas para evitar o avanço do mar) quanto de mitigação. O Meio Ambiente vê a redução do desmatamento amazônico como principal ação de mitigação.

"O Brasil tem uma janela de oportunidade para enfrentar o problema. Tem uma matriz energética limpa e a maioria de suas emissões é por desmatamento, que é algo que governo e sociedade já estão combatendo", disse Capobianco à Folha.

O ministério, no entanto, fez ressalvas ao resultado dos estudos. Para o governo, as conclusões "devem ser vistas como indicadores, não como fatos consumados". Por isso, seria preciso fazer mais pesquisas e melhorar as metodologias usadas, que tiveram falhas e levaram a resultados divergentes.

Além disso, o governo acredita que é preciso levar em conta a possibilidade de as políticas ambientais melhorarem anulando as previsões.

Encomenda

Os estudos divulgados ontem foram feitos por universidades e entidades de pesquisa contratadas pelo ministério em 2004. O objetivo da contratação (R$ 1 milhão, com financiamento de várias entidades, como Banco Mundial), segundo o ministério, é preparar o governo para lidar com o efeito estufa.

O único estudo divulgado na íntegra no site do MMA (www.mma. gov.br) foi realizado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Ele considerou itens como chuvas, temperatura, vazão de rios e extremos climáticos. Com base nesses itens, foram montados dois cenários: um "absolutamente otimista" e outro "totalmente pessimista".

De acordo com o estudo, o aumento médio da temperatura no Brasil pode chegar a 4C acima da média verificada em 1961. A temperatura média do país chegara a 28,9C (cenário pessimista) ou 26,3C (cenário otimista) em 2100.

A redução da quantidade de chuvas afetaria principalmente a região leste da Amazônia. Para o Sudeste e no Centro-Oeste, a pesquisa apontou também a possibilidade de aumento de "extremos do clima", como ondas de calor e chuvas intensas.

No estudo, o climatologista José Marengo usou um modelo climático regional recém-desenvolvido pelo Inpe. O modelo é um programa de computador que simula condições futuras após ser alimentado com dados como temperatura e concentração de gases-estufa.

O novo modelo "enxerga" a região com mais detalhe (dividindo-a em células de até 40 km) que os modelos usados pelo IPCC, chamados GCMs ou modelos de circulação global (com células de 200 km).

Como o clima é global, o modelo regional precisou ser unido a GCMs. E aqui entrou uma segunda inovação no estudo: juntar o modelo do Inpe aos cinco principais modelos usados pelo IPCC, o que aumenta a confiabilidade dos resultados.

Segundo Marengo, o que elevará a média das temperatura na Amazônia não é o aumento nos extremos, mas sim uma rotina quente. "As temperaturas de 40C ocorrem agora com pouca freqüência, mas no futuro podem ocorrer mais", diz.

Folha de S.Paulo

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terça-feira, fevereiro 06, 2007

Novo Killi-Data: Boa noticia para os killiofilos brasileiros

Os killiofilos devem ficar atentos, pois esta previsto para este mês ou março o lançamento do Killi-Data 2007 (edição impressa) na qual constara um quinto idioma, o Português. Trata-se de uma publicação indispensável a todos os killiofilos.

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sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Cientistas recebem proposta em dinheiro para questionar relatório sobre clima.

Londres, 2 fev (EFE).- O American Enterprise Institute (AEI), centro de estudos conservador financiado por uma das maiores petrolíferas do mundo, ofereceu US$ 10 mil a cientistas e economistas para que ponham em xeque o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

Segundo a edição de hoje do jornal britânico "The Guardian", o grupo, financiado pela ExxonMobil e com estreitas ligações com o Governo de George W. Bush, ofereceu dinheiro aos autores de artigos para que apontem os erros do relatório, que alerta para um aumento da temperatura global de entre 2 e 4,5 graus até o final do século.

O American Enterprise Institute recebeu mais de US$ 1,6 milhão da companhia petrolífera americana, e mais de 20 pessoas de sua equipe trabalharam como assessores para o atual Governo.

O ex-presidente da ExxonMobil Lee Raymond é atualmente vice-presidente do patronato desse centro de estudos.

Cientistas britânicos e americanos receberam cartas do AEI nas quais era oferecido dinheiro por artigos que questionassem o relatório do IPCC, afirma o jornal.

As cartas acusam o grupo intergovernamental que elaborou o relatório de resistir às "críticas racionais" e de "chegar a conclusões precipitadas e insuficientemente apoiadas no trabalho analítico".

David Viner, da Seção de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia, classifica a iniciativa do instituto como "tentativa desesperada de uma organização que quer confundir as provas científicas em benefício de seus objetivos políticos".

As cartas foram enviadas por Kenneth Green, colaborador do AEI, que confirmou que a organização pediu a cientistas, economistas e analistas que sublinhassem os pontos fortes e fracos do relatório.

Segundo Ben Stewart, da organização ambientalista Greenpeace, o American Entreprise Institute é algo mais que um "centro de estudos", já que funciona "como a Cosa Nostra intelectual da Administração Bush".

"São os representantes da Casa Branca nos últimos suspiros da campanha que tenta negar a mudança climática. Perderam a batalha científica, perderam a batalha ética. Só o que lhes resta é uma mala cheia de dinheiro", afirma Stewart.

Na segunda-feira, outra organização financiada pela Exxon e com base no Canadá publicará em Londres um estudo que questiona o relatório intergovernamental.

Entre os autores desse estudo está Tad Murty, um ex-cientista que nega que a atividade humana tenha algo a ver com a mudança climática.

O relatório do IPCC sustenta, ao contrário, que há aproximadamente 90% de probabilidades de que o aquecimento do planeta ocorra principalmente devido à ação humana.

EFE

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Parte da Amazônia pode virar cerrado, alerta cientista.

O aquecimento global pode ter um impacto drástico na Amazônia, região que pode sofrer um aumento de temperatura superior à média global e redução de chuvas, o que levaria à transformação de parte da maior floresta tropical do mundo em cerrado.

A previsão foi feita pelo físico brasileiro Paulo Artaxo, um dos autores do relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), divulgado nesta sexta-feira em Paris.

Em entrevista à BBC Brasil, o físico afirmou que a temperatura na Amazônia deve aumentar 5°C até 2100, uma elevação superior à previsão de 1,8°C a 4°C para o resto do mundo. O cálculo foi feito por técnicos brasileiros do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) com base nas conclusões dos cientistas do IPCC.


BBC Brasil

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Aquecimento é irreversível e pode chegar a 4 graus neste século, diz ONU.

O relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado na manhã desta sexta-feira, afirma que o aquecimento climático da Terra é irreversível devido às emissões de gases do efeito estufa na era industrial, e, em função da ação humana, o aumento ficará, neste século, entre 1,8 e 4 graus Celsius, embora não esteja descartado outro salto ainda maior, até 6,4 graus.

"Agora temos uma certeza maior do que está acontecendo" que no estudo anterior, de 2001, afirmou a co-presidente do grupo encarregado do trabalho, Susan Solomon.

Na mais otimista das estimativas, sob a condição de haver uma rápida mudança nas estruturas econômicas para torná-las sustentáveis, o aumento seria de 1,1 grau até 2100 comparado às temperaturas constatadas no período 1980-2000, abaixo do limite de 2 graus, a partir do qual os cientistas consideram que as conseqüências seriam incontroláveis.

Mas, se a população e a economia continuarem crescendo rapidamente e se for mantido o consumo intenso das energias fósseis, a alta poderia chegar a 6,4 graus Celsius.

Nível dos oceanos

O texto ainda afirma que o nível médio dos oceanos do mundo deve subir até 59 centímetros ao longo deste século, mas é possível que o aumento seja ainda maior dependendo do degelo da Groenlândia e da Antártida. Além disso, o documento culpa a ação do homem pelo aquecimento global e prevê um cenário de catástrofe ambiental, se medidas urgentes não forem adotadas.

De acordo com o texto, o mar deve subir entre 18 e 59 centímetros, uma previsão menos vaga que a de 2001, que previa um aumento de 9 a 88 centímetros. O relatório diz que agora há uma melhor compreensão da expansão da água devido ao aquecimento.

O relatório ainda informa que “valores maiores não podem ser excluídos”, e que é impossível apresentar uma estimativa melhor do aumento do nível do mar por causa da falta de compreensão sobre as camadas de gelo que cobrem as terras da Antártida e da Groenlândia.

De acordo com os especialistas do IPCC, o aquecimento do planeta se deve, com 90% de probabilidade, às emissões de dióxido de carbono causadas pelo homem.

O IPCC afirmou ainda que as emissões passadas e futuras de CO2 continuarão contribuindo para o aquecimento global e a elevação do nível dos mares durante mais de um milênio, levando em consideração sua permanência na atmosfera.

A reunião na capital francesa de 500 especialistas do grupo, criado em 1988 pela ONU e a Organização Meteorológica Mundial com o objetivo de servir de mediador entre os cientistas e os governantes, é a conclusão de mais de dois anos de trabalho.

As previsões descritas no "Resumo para os Formuladores de Políticas", que integra a primeira parte do relatório "Mudanças Climáticas 2007" devem orientar os comportamentos dos Estados em termos de meio ambiente nos próximos anos.

Redação com agências internacionais

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